Arcebispo Pintér Celebra a Missa do Dia da Libertação de Guam
O Núncio Apostólico na Nova Zelândia e Delegado Apostólico nas Ilhas do Pacífico, Arcebispo Gábor Pintér, presidiu uma Missa no dia 21 de julho de 2026, marcando o 82.º aniversário da libertação de Guam das Forças Imper…

O Núncio Apostólico na Nova Zelândia e Delegado Apostólico nas Ilhas do Pacífico, Arcebispo Gábor Pintér, presidiu uma Missa no dia 21 de julho de 2026, marcando o 82.º aniversário da libertação de Guam das Forças Imperiais Japonesas. A celebração eucarística decorreu na Catedral-Basílica do Dulce Nome de Maria em Hagatña, Guam, e contou com a presença de vários líderes locais e membros do clero.
Durante a ocasião solene, o Arcebispo Pintér renovou os apelos do Papa Leão XIV pela paz e desarmamento. Ele chamou a atenção para os sacrifícios suportados pelo povo de Guam durante a Segunda Guerra Mundial e transmitiu a proximidade do Papa com a comunidade local. A Missa atraiu mais de 800 participantes, incluindo sobreviventes da Segunda Guerra Mundial e o Governador de Guam, demonstrando um forte reconhecimento da memória partilhada e da gratidão.
Guam observa o Dia da Libertação anualmente a 21 de julho, honrando a restauração da liberdade facilitada por fuzileiros navais e soldados do exército dos EUA. Os eventos comemorativos deste ano incluíram a Missa seguida de um Serviço Memorial em homenagem àqueles que sofreram e morreram durante a ocupação da guerra.
Nas suas observações, o Arcebispo Pintér enfatizou a importância da paz holística, afirmando: “O Santo Padre pede-me para lhe assegurar as suas orações pelo povo de Guam, pela Arquidiocese de Agaña, por cada família e, especialmente, por aqueles que continuam a carregar no coração as memórias do sofrimento suportado durante os anos sombrios da Segunda Guerra Mundial.” Ele pediu orações por nações ainda envolvidas na violência, reforçando a mensagem de que a oração se estende bem além da própria ilha.
Explorando o Evangelho do dia, o Arcebispo Pintér traçou paralelos entre a história bíblica de Jonas e a mensagem da ressurreição, sugerindo uma profunda conexão entre o sofrimento e a esperança. Ele exprimiu que, enquanto a cruz pode parecer uma derrota, é, em última análise, a ressurreição que signficia um novo começo, incorporando o poder transformador da fé.
O Arcebispo de Agaña, Arcebispo Ryan P. Jimenez, refletiu sobre a unidade representada na Missa do Dia da Libertação, afirmando que ela encapsulou a essência da missão da Igreja. Ele comentou sobre a reunião de diversos grupos — clérigos, líderes cívicos, veteranos e civis — como um poderoso lembrete da sua identidade partilhada em Cristo, exortando gratidão pela liberdade e uma oração coletiva por uma paz duradoura.


